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Onde ela quer atuar

O que a Coronel Lenise Durão propõe para a segurança

Resposta curta. Equipamento de proteção, armamento compatível e viatura blindada. E uma política permanente de valorização profissional — salário e qualidade de vida — em vez de solução eventual. A posição parte de dentro da corporação: ela é oficial médica da PMERJ desde 1996, coronel, com 30 anos de carreira sem interrupção — o que dá a ela conhecimento direto de onde a política de segurança falha com quem a executa no dia a dia. Currículo Lattes/CNPq

Trinta anos por dentro da corporação

1996 foi o ano em que ela ingressou na PMERJ, pela Escola Preparatória de Adaptação de Oficiais, na Academia D. João VI. Não chegou à discussão de segurança pública pela via do discurso: chegou administrando, por dentro da corporação, o sistema que cuida de quem está na linha de frente — o policial e a família dele. É essa experiência de gestão interna, e não a de comentarista externo, que sustenta a posição dela sobre valorização profissional.

Segurança com valorização profissional

Equipamento de proteção, armamento compatível e viatura blindada. E uma política permanente de valorização profissional — salário e qualidade de vida — em vez de solução eventual.

O argumento é direto: equipamento sem valorização de carreira não sustenta efetivo, e valorização sem equipamento adequado não protege quem está na rua. As duas frentes andam juntas — política permanente de salário e qualidade de vida, não solução eventual em ano de crise.

O FUSPOM como instrumento concreto

Dentro da agenda de segurança, o item mais concreto e mais fiscalizável é o FUSPOM — o fundo de saúde que sustenta o policial e a família dele em atividade. O Fundo de Saúde da Polícia Militar atende mais de 100 mil pessoas — policiais da ativa, inativos, pensionistas e dependentes. É o que garante atendimento ao policial e à família dele. É também o patrimônio mais fácil de ser sacado quando o caixa do Estado aperta. PMERJ/SEPM, ago. 2017 O detalhamento completo de como a ALERJ pode protegê-lo está em o que é o FUSPOM.

Mulher na frente, com proteção

Equiparação salarial, liderança feminina, Patrulha Maria da Penha e rede de apoio a mães chefes de família.

Como primeira mulher a dirigir a Diretoria Geral de Saúde da PMERJ, em mais de 200 anos de história da corporação, ela chega a essa pauta com registro, não só discurso: liderança feminina dentro de uma estrutura historicamente masculina é algo que ela já exerceu, antes de propor exercê-la na Assembleia.

O que a ALERJ controla em segurança pública

Segurança pública estadual depende de orçamento — que a ALERJ aprova e emenda —, de lei estadual sobre organização administrativa da força policial, e de fiscalização do Executivo. Constituição do Estado do Rio de Janeiro, arts. 98–101 É por esses três caminhos, não por comando direto sobre a corporação, que uma deputada estadual pode de fato mudar equipamento, efetivo e valorização profissional previstos em lei.

Atualizado em 10 de setembro de 2026