Não é mais uma promessa. É competência comprovada.
Cirurgiã formada pela UERJ e Coronel da Polícia Militar do Rio. Primeira mulher a comandar a Diretoria Geral de Saúde da PMERJ — onde passou de diagnóstico a execução: concurso, hospitais reabertos, ambulâncias, saúde mental na ponta.
Cirurgiã formada pela UERJ, com residência em Cirurgia Geral pela Secretaria de Estado de Saúde. Passou 15 anos como cirurgiã plantonista na Prefeitura de São Gonçalo — a medicina de porta de entrada, no plantão, com o SUS por dentro.
Policial militar desde 1996
Oficial médica da PMERJ há 30 anos. Chegou a Coronel e tornou-se a primeira mulher a comandar a Diretoria Geral de Saúde da corporação — a estrutura que cuida do policial e da família dele.
É essa a diferença: ela não precisou estudar o problema de fora. Ela atendeu o paciente, vestiu a farda e depois administrou o sistema.
Lenise Durão é a convergência entre a precisão da medicina e a disciplina da segurança pública — e, fora das duas, uma mulher de família que entrou na política por propósito, não por conveniência.
Filha do médico e militar Anylson Durão, cresceu vendo que cuidar e servir podiam ser a mesma coisa. Escolheu a medicina, escolheu a farda e nunca precisou abandonar uma para exercer a outra.
Foram mais de 15 anos na emergência de São Gonçalo e no Hospital Central da Polícia Militar, formando gerações de médicos residentes. Quem opera em plantão de emergência aprende a decidir com informação incompleta e a responder pelo resultado — não é um treino que se esquece.
Casada há 38 anos e juntos há mais de 43, mãe e avó. Os valores que ela diz serem inegociáveis são três: integridade, ordem e compaixão. É por isso que a candidatura não é um plano de carreira — é a convicção de que mudar de verdade exige presença no Legislativo.
Integridade
Ordem
Compaixão
20 mil+vidas operadas
38anos de casada
Mãee avó
“Não entrei na política para fazer carreira. Entrei para fazer diferença.”
Não é uma lista de intenções — é o registro do que mudou na saúde da Polícia Militar sob a gestão dela. Obra inaugurada, concurso aberto, ambulância comprada, leito reaberto. Cada item aqui existe, tem fonte e se pode ir ver.
profissionais de saúde contratados — a maior contratação em mais de 200 anos da corporação
A Lei nº 9.535, de 29 de dezembro de 2021 autorizou o ingresso de militares temporários no quadro de saúde. Autorizou o ingresso de militares temporários voluntários na PMERJ para o quadro de oficiais de saúde e praças especialistas. A lei existia — faltava executar. O primeiro processo seletivo recebeu ≈42 mil inscritos — o tamanho da demanda reprimida.
sem concurso para praças de saúde na PMERJ — o último foi em 1998
O concurso do Corpo de Saúde da PMERJ foi idealizado em 2017. Entre um concurso e outro, a corporação envelheceu sem reposição — e quem sentiu foi o policial na fila. Para oficiais de saúde, o intervalo foi de 16 anos: o último concurso saiu em 2010 e repôs 28 médicos, ante 42 previstos em 2017.
16anos sem concurso para oficiais
28médicos repostos de 42 previstos
25praças repostas de 25 previstas
Mais de 400 praças entraram recentemente na corporação sem a reposição correspondente do quadro de saúde.
Material da pré-campanha
Gestão que vira atendimento
CAbIS — a logística que destrava o atendimento
Antes, cada unidade guardava o próprio estoque, ocupando espaço que deveria ser de atendimento. O CAbIS centralizou tudo em São Cristóvão e devolveu esse espaço ao paciente.
4,1 milm²de área
11salasdevolvidas ao Hospital Central
180 milatendimentos ambulatoriais
4.729cirurgias no período
“Além dos benefícios de gestão administrativa, ganharemos mais espaço físico”
Coronel Lenise Durão Uchoa — Diretora Geral de Saúde da PMERJ
Atendimentos e cirurgias referentes ao período de 2022 a abril de 2023.
O Fundo de Saúde da Polícia Militar atende mais de 100 mil pessoas — policiais da ativa, inativos, pensionistas e dependentes. É o que garante atendimento ao policial e à família dele. É também o patrimônio mais fácil de ser sacado quando o caixa do Estado aperta.
Um policial saudável — em equilíbrio físico, mental e emocional — cumpre a missão com mais segurança, preparo e confiança.
Saber que a família terá assistência quando precisar dá tranquilidade para enfrentar os desafios diários da profissão.
Fortalecer o FUSPOM não é só investir em saúde. É investir em segurança pública e na valorização de quem dedica a vida a proteger a sociedade.
O que a ALERJ pode fazer
Uma deputada estadual tem instrumentos concretos sobre o FUSPOM. São estes:
01
Impedir o saque do fundo
Barrar que o governo use o dinheiro do FUSPOM para tapar buraco de caixa. O precedente existe: em 2025 a ALERJ autorizou o Estado a usar royalties destinados ao Rioprevidência para pagar a dívida com a União. Preservar o patrimônio é garantir o futuro da saúde dos policiais e de seus familiares.
Cinco frentes, uma lógica: técnica antes de discurso
Saúde que funciona
Fiscalização de hospitais e UPAs, acesso a medicamentos e humanização do atendimento público. Valorização dos profissionais de saúde e saúde mental como política pública, não como discurso.
Segurança com valorização
Equipamento de proteção, armamento compatível e viatura blindada. E uma política permanente de valorização profissional — salário e qualidade de vida — em vez de solução eventual.
Mulher na frente, com proteção
Equiparação salarial, liderança feminina, Patrulha Maria da Penha e rede de apoio a mães chefes de família.
Idoso com dignidade
Políticas de atendimento ao idoso e programa de contratação de trabalhadores sêniores — envelhecimento ativo, com renda e propósito.
Transparência e gestão
Disciplina militar aplicada ao dinheiro público: cada real prestado de contas, cada compra auditável.
Onze anos de avaliações. Nenhuma abaixo da nota máxima.
Quem sai satisfeito de uma cirurgia raramente entra num site para dizer isso — por isso avaliação médica pública é rara. O que impressiona aqui não é a quantidade: é não existir uma única nota abaixo de 5, de 2014 – 2025, de pacientes diferentes, anos antes de qualquer pré-candidatura. Ninguém tinha o que ganhar.
5,0nota média
100%das avaliações com nota máxima
11 anosde avaliações consecutivas
”
Profissional experiente, atenciosa, capaz e muito responsável.
”
Ela é cuidadosa, séria, tranquila, firme.
”
Excelente médica, e muito humana também. Toda vez que precisei de um suporte pós-cirurgia, me atendeu com muito carinho e atenção.
”
A melhor! Excelente pessoa e profissional! Sem palavras para expressar meu agradecimento a tudo feito por esta doutora!
”
Excelente profissional, além de muito humana. Equipe maravilhosa também!
”
Da atenção e cuidado desta profissional, que abaixo de Deus, salvou minha vida.
”
Resolveu o problema com maestria, muita eficiência e sempre atenciosa.
”
A doutora é muito boa e concluiu a minha operação com excelência. Recomendo a todos!
Transcritas da fonte; trechos que revelavam o diagnóstico de quem escreveu foram removidos por respeito à privacidade dessas pessoas. Base: 18 avaliações públicas verificadas.
A política deveria ser a principal ferramenta para transformar a vida das pessoas. Muitas vezes se distancia desse propósito e passa a servir a interesses individuais e disputas de poder.
Boa política precisa ser técnica, responsável, transparente e baseada em resultados. Quem administra recurso público deve prestar contas, ouvir a população e colocar o interesse coletivo acima de qualquer projeto pessoal.
Não acredito na política do conflito permanente. Acredito na política da construção, do diálogo e da solução.
Saúde, educação e segurança pública não pertencem a governos. Pertencem à população — e precisam ser blindadas da interferência política, para que tenham continuidade e compromisso com resultados.
Não entrei na política para fazer carreira. Entrei para fazer diferença.
O objetivo
A maior votação do Rio de Janeiro
A meta é declarada, e não é vaidade: na Assembleia, tamanho de votação é tamanho de mandato. Quanto maior a bancada de apoio nas urnas, maior o peso para emplacar pauta, relatar projeto e ser ouvida no orçamento.
Ela não vai aprender o assunto
São 35 anos de medicina e 30 de PMERJ. Saúde e segurança pública não são temas de campanha para ela — são o trabalho de uma vida.
Ela já provou executar
A maior contratação de saúde em 200 anos da corporação, o CAbIS e o concurso do quadro saíram na gestão dela. Não é plano: é registro.
Ela já tem base real
Décadas de pacientes atendidos, de policiais e famílias assistidas e de médicos formados por ela. Voto se conquista antes da campanha — e isso já aconteceu.
Competência é posto. A história dela comprova — e é isso que se pede ao eleitor do Rio que compare.
Deputado estadual é o voto que quase todo mundo deixa para decidir na fila — e é o que mais mexe com o Rio no dia a dia: é a Assembleia que aprova o orçamento da saúde e da segurança do estado. Vale chegar com o número na mão.
Deputada EstadualRio de Janeiro
Número 3655536555
AGIR · Coronel Lenise Durão
1
É a segunda tela
A urna começa por Deputado Federal (4 números). A seguinte é a de Deputada Estadual — é nessa que ela está.
2
Digite 3 · 6 · 5 · 5 · 5
Cinco dígitos. Os dois primeiros são o partido (AGIR 36); os três últimos são ela.
3
Confira o rosto e o nome
A tela mostra a foto e o nome “Coronel Lenise Durão”. Confirmou que é ela, aperte CONFIRMA.
domingo, 4 de outubro de 2026 · das 8h às 17h · leve um documento oficial com foto
O Rio não precisa de mais promessa. Precisa de quem já operou o sistema.
Voto de deputado estadual não se ganha no palanque: se ganha um a um, por quem explica para o vizinho. Se você chegou até aqui, é essa a parte que só você pode fazer.
No dia 4 de outubro, vote36555— AGIR. E leve mais um voto junto.