CoronelLenise DurãoSomar

Rio de Janeiro

Pré-candidata a Deputada Estadual

Não é uma candidata.
É uma intervenção política.

Cirurgiã formada pela UERJ e Coronel da Polícia Militar do Rio. Primeira mulher a comandar a Diretoria Geral de Saúde da PMERJ — onde passou de diagnóstico a execução: concurso, hospitais reabertos, ambulâncias, saúde mental na ponta.

Coronel Lenise Durão de uniforme da Polícia Militar do Rio de Janeiro

Quem é a Coronel Lenise

Duas carreiras, uma vocação só

Médica desde 1991

Cirurgiã formada pela UERJ, com residência em Cirurgia Geral pela Secretaria de Estado de Saúde. Passou 15 anos como cirurgiã plantonista na Prefeitura de São Gonçalo — a medicina de porta de entrada, no plantão, com o SUS por dentro.

Policial militar desde 1996

Oficial médica da PMERJ há 30 anos. Chegou a Coronel e tornou-se a primeira mulher a comandar a Diretoria Geral de Saúde da corporação — a estrutura que cuida do policial e da família dele.

É essa a diferença: ela não precisou estudar o problema de fora. Ela atendeu o paciente, vestiu a farda e depois administrou o sistema.

Lenise Durão sentada, de blazer claro, em traje civil

Fora do posto e do jaleco

Antes da farda, uma pessoa que decidiu servir

Lenise Durão é a convergência entre a precisão da medicina e a disciplina da segurança pública — e, fora das duas, uma mulher de família que entrou na política por propósito, não por conveniência.

Filha do médico e militar Anylson Durão, cresceu vendo que cuidar e servir podiam ser a mesma coisa. Escolheu a medicina, escolheu a farda e nunca precisou abandonar uma para exercer a outra.

Foram mais de 15 anos na emergência de São Gonçalo e no Hospital Central da Polícia Militar, formando gerações de médicos residentes. Quem opera em plantão de emergência aprende a decidir com informação incompleta e a responder pelo resultado — não é um treino que se esquece.

Casada há 38 anos e juntos há mais de 43, mãe e avó. Os valores que ela diz serem inegociáveis são três: integridade, ordem e compaixão. É por isso que a candidatura não é um plano de carreira — é a convicção de que mudar de verdade exige presença no Legislativo.

  • Integridade
  • Ordem
  • Compaixão
  • 20 mil+vidas operadas
  • 38anos de casada
  • Mãee avó

Não entrei na política para fazer carreira. Entrei para fazer diferença.

Material da pré-campanha

Trajetória

Quatro décadas de registro público

Cada etapa abaixo tem registro verificável — currículo Lattes ou publicação da própria PMERJ. Nada aqui depende de acreditar em promessa.

Arraste para percorrer

  1. 1986–1991

    Medicina na UERJ

    Graduação em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

    Currículo Lattes/CNPq
  2. 1992–1994

    Residência em Cirurgia Geral

    Residência médica pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.

    Currículo Lattes/CNPq
  3. 1993–2007

    15 anos no serviço público municipal

    Cirurgiã plantonista na Prefeitura de São Gonçalo — a medicina de porta de entrada, no plantão.

    Currículo Lattes/CNPq
  4. 1996

    Ingresso na PMERJ

    Escola Preparatória de Adaptação de Oficiais, na Academia D. João VI. Oficial médica desde então.

    Currículo Lattes/CNPq
  5. 2002

    Qualificação em videocirurgia

    Título concedido pela SOBRACIL — Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica.

    Currículo Lattes/CNPq
  6. 2006

    Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais

    CAO-QOS, na Escola Superior de Polícia Militar.

    Currículo Lattes/CNPq
  7. 2018

    Curso Superior de Polícia Militar

    CSP-QOS, com trabalho sobre planejamento e adesões nas compras da saúde da PMERJ — gestão pública aplicada à corporação.

    Currículo Lattes/CNPq
  8. 2021

    Lei nº 9.535/2021

    Autorizado o ingresso de militares temporários voluntários no quadro de saúde. Começa a virada da DGS.

    Material da pré-campanha
  9. 2022

    A maior contratação em 200 anos

    710 novos profissionais de saúde formados — 300 oficiais e 410 praças.

    PMERJ/SEPM, dez. 2022
  10. 2023

    CAbIS inaugurado

    Centro de Abastecimento de Insumos de Saúde, 4,1 mil m², em São Cristóvão.

    PMERJ/SEPM, mai. 2023

Diretoria Geral de Saúde · PMERJ

20 entregas. Nenhuma promessa.

Este é o registro do que mudou na saúde da Polícia Militar sob a gestão dela. Obra inaugurada, concurso aberto, ambulância comprada, leito reaberto. Coisas que existem e que se pode ir ver.

A entrega

Quadro de saúde · PMERJ

710

profissionais de saúde contratados — a maior contratação em mais de 200 anos da corporação

A Lei nº 9.535, de 29 de dezembro de 2021 autorizou o ingresso de militares temporários no quadro de saúde. Autorizou o ingresso de militares temporários voluntários na PMERJ para o quadro de oficiais de saúde e praças especialistas. A lei existia — faltava executar. O primeiro processo seletivo recebeu ≈42 mil inscritos — o tamanho da demanda reprimida.

  • 300oficiais
  • 410praças
  • 77dentistas
  • 100aux. saúde bucal
  • +50%do déficit suprido
Coronel Lenise Durão de jaleco branco

O problema

Diagnóstico · Quadro parado

28 anos

sem concurso para praças de saúde na PMERJ — o último foi em 1998

O concurso do Corpo de Saúde da PMERJ foi idealizado em 2017. Entre um concurso e outro, a corporação envelheceu sem reposição — e quem sentiu foi o policial na fila. Para oficiais de saúde, o intervalo foi de 16 anos: o último concurso saiu em 2010 e repôs 28 médicos, ante 42 previstos em 2017.

  • 16anos sem concurso
    para oficiais
  • 28médicos repostos
    de 42 previstos
  • 25praças repostas
    de 25 previstas

Mais de 400 praças entraram recentemente na corporação sem a reposição correspondente do quadro de saúde.

Material da pré-campanha
Coronel Lenise Durão de costas, com o uniforme da Polícia Militar

Gestão que vira atendimento

CAbIS — a logística que destrava o atendimento

Antes, cada unidade guardava o próprio estoque, ocupando espaço que deveria ser de atendimento. O CAbIS centralizou tudo em São Cristóvão e devolveu esse espaço ao paciente.

  • 4,1 milde área
  • 11salasdevolvidas ao Hospital Central
  • 180 milatendimentos ambulatoriais
  • 4.729cirurgias no período

Além dos benefícios de gestão administrativa, ganharemos mais espaço físico

Coronel Lenise Durão UchoaDiretora Geral de Saúde da PMERJ

Atendimentos e cirurgias referentes ao período de 2022 a abril de 2023.

PMERJ/SEPM, mai. 2023

A bandeira legislativa

Proteger o FUSPOM é proteger quem protege o Rio

O Fundo de Saúde da Polícia Militar é o que garante atendimento ao policial e à família dele. É também o patrimônio mais fácil de ser sacado quando o caixa do Estado aperta.

Um policial saudável — em equilíbrio físico, mental e emocional — cumpre a missão com mais segurança, preparo e confiança.

Saber que a família terá assistência quando precisar dá tranquilidade para enfrentar os desafios diários da profissão.

Fortalecer o FUSPOM não é só investir em saúde. É investir em segurança pública e na valorização de quem dedica a vida a proteger a sociedade.

O que a ALERJ pode fazer

Uma deputada estadual tem instrumentos concretos sobre o FUSPOM. São estes:

  1. 01

    Impedir o saque do fundo

    Barrar que o governo use o dinheiro do FUSPOM, como foi feito com o Rio Previdência. Preservar o patrimônio é garantir o futuro da saúde dos policiais e de seus familiares.

  2. 02

    Cobrar a contrapartida do Estado

    Assegurar que o Estado cumpra a obrigação dele e repasse os recursos previstos para o sistema de saúde.

  3. 03

    Fiscalizar as aquisições

    Acompanhar compras de insumos, bens e viaturas — transparência e eficiência na aplicação do recurso.

  4. 04

    Cobrar a reposição anual dos temporários

    Garantir continuidade da assistência, evitando perda de profissionais e sobrecarga nas unidades.

  5. 05

    Cobrar recomposição regular do quadro

    Evitar o lapso temporal que hoje é evidente e compromete o atendimento aos policiais e às famílias.

Material da pré-campanha

Onde ela quer atuar

Cinco frentes, uma lógica: técnica antes de discurso

Saúde que funciona

Fiscalização de hospitais e UPAs, acesso a medicamentos e humanização do atendimento público. Valorização dos profissionais de saúde e saúde mental como política pública, não como discurso.

Segurança com valorização

Equipamento de proteção, armamento compatível e viatura blindada. E uma política permanente de valorização profissional — salário e qualidade de vida — em vez de solução eventual.

Mulher na frente, com proteção

Equiparação salarial, liderança feminina, Patrulha Maria da Penha e rede de apoio a mães chefes de família.

Idoso com dignidade

Políticas de atendimento ao idoso e programa de contratação de trabalhadores sêniores — envelhecimento ativo, com renda e propósito.

Transparência e gestão

Disciplina militar aplicada ao dinheiro público: cada real prestado de contas, cada compra auditável.

Quem foi atendido por ela

Onze anos de avaliações.
Nenhuma abaixo da nota máxima.

Quem sai satisfeito de uma cirurgia raramente entra num site para dizer isso — por isso avaliação médica pública é rara. O que impressiona aqui não é a quantidade: é não existir uma única nota abaixo de 5, de 2014 – 2025, de pacientes diferentes, anos antes de qualquer pré-candidatura. Ninguém tinha o que ganhar.

  • 5,0nota média
  • 100%das avaliações com nota máxima
  • 11 anosde avaliações consecutivas
  • Profissional experiente, atenciosa, capaz e muito responsável.

    Lucianajun. 2025 verificada
  • Ela é cuidadosa, séria, tranquila, firme.

    Adriananov. 2022 verificada
  • Excelente médica, e muito humana também. Toda vez que precisei de um suporte pós-cirurgia, me atendeu com muito carinho e atenção.

    Rafaelset. 2021 verificada
  • A melhor! Excelente pessoa e profissional! Sem palavras para expressar meu agradecimento a tudo feito por esta doutora!

    Pacienteabr. 2019
  • Excelente profissional, além de muito humana. Equipe maravilhosa também!

    Pacientedez. 2018
  • Da atenção e cuidado desta profissional, que abaixo de Deus, salvou minha vida.

    Pacientejan. 2016
  • Resolveu o problema com maestria, muita eficiência e sempre atenciosa.

    Pacientejun. 2015
  • A doutora é muito boa e concluiu a minha operação com excelência. Recomendo a todos!

    Pacienteabr. 2014

Transcritas da fonte; trechos que revelavam o diagnóstico de quem escreveu foram removidos por respeito à privacidade dessas pessoas. Base: 18 avaliações públicas verificadas.

Avaliações públicas · Doctoralia

Credenciais

Formação, titulação e honrarias

Formação acadêmica e militar

  • Graduação em Medicina — UERJ (1991)
  • Residência médica em Cirurgia Geral — SES/RJ (1994)
  • Curso Superior de Polícia Militar CSP-QOS — ESPM (2018)
  • Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais CAO-QOS — ESPM (2006)
  • Escola Preparatória de Adaptação de Oficiais — Academia D. João VI (1996)

Gestão pública e compras

  • Stop the Bleed — American College of Surgeons, Chicago (2023)
  • Licitações e contratações internacionais militares — PC-RJ (2021)
  • Sistema de Registro de Preços — PGE-RJ (2017)
  • Procedimentos prévios aos contratos administrativos — TCE-RJ (2015)
  • Responsabilidade dos agentes e as repercussões da LINDB (2019)

Formação em licitações, contratos e responsabilidade do gestor — a base técnica de quem administrou orçamento público de saúde.

Honrarias

  • 2023
    Medalha TiradentesAssociação Brasileira das Forças Internacionais da Paz
  • 2023
    Medalha Regimento Marechal Caetano de FariaBatalhão de Polícia de Choque — PMERJ
  • 2022
    Título honorífico no grau de ComendadorArquiepiscopal Imperial Irmandade de Nossa Senhora das Dores — PMERJ
  • 2016
    Doutor em Espírito CooperativistaUnimed Rio
  • 2013
    Condecoração de DistinçãoMinistério Público Militar
  • 2011
    Moção de CongratulaçõesPlenário Teotônio Vilela
  • 2002
    Título de Qualificação em VideocirurgiaSOBRACIL
Currículo Lattes/CNPq

Nas palavras dela

O que ela pensa da política

A política deveria ser a principal ferramenta para transformar a vida das pessoas. Muitas vezes se distancia desse propósito e passa a servir a interesses individuais e disputas de poder.

Boa política precisa ser técnica, responsável, transparente e baseada em resultados. Quem administra recurso público deve prestar contas, ouvir a população e colocar o interesse coletivo acima de qualquer projeto pessoal.

Não acredito na política do conflito permanente. Acredito na política da construção, do diálogo e da solução.

Saúde, educação e segurança pública não pertencem a governos. Pertencem à população — e precisam ser blindadas da interferência política, para que tenham continuidade e compromisso com resultados.

Não entrei na política para fazer carreira. Entrei para fazer diferença.

O objetivo

A maior votação do Rio de Janeiro

A meta é declarada, e não é vaidade: na Assembleia, tamanho de votação é tamanho de mandato. Quanto maior a bancada de apoio nas urnas, maior o peso para emplacar pauta, relatar projeto e ser ouvida no orçamento.

  • Ela não vai aprender o assunto

    São 35 anos de medicina e 30 de PMERJ. Saúde e segurança pública não são temas de campanha para ela — são o trabalho de uma vida.

  • Ela já provou executar

    A maior contratação de saúde em 200 anos da corporação, o CAbIS e o concurso do quadro saíram na gestão dela. Não é plano: é registro.

  • Ela já tem base real

    Décadas de pacientes atendidos, de policiais e famílias assistidas e de médicos formados por ela. Voto se conquista antes da campanha — e isso já aconteceu.

Competência é posto. A história dela comprova — e é isso que se pede ao eleitor do Rio que compare.

Material da pré-campanha

O Rio não precisa de mais promessa.
Precisa de quem já operou o sistema.

Ainda não é período de campanha eleitoral. Por enquanto, o convite é para conhecer o trabalho e somar à rede.

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